Algumas fotos dos sets que o Régis tem montados em sua casa. Gostei muito desse hotel, que pode ser transformado também em um saloon. Certamente vai servir de base para alguma construção minha alguma hora dessas. Parabéns ao Régis pela dedicação.
Coleção e informações sobre de figuras (bonequinhos) e outros componentes do Forte Apache, outros brinquedos de faroeste e outros afins.
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terça-feira, 11 de junho de 2013
MAIS QUE UMA BRINCADEIRA DE CRIANÇA
Para alguns e nós, quando éramos crianças, a brincadeira com os artefatos ligados ao assunto Forte Apache era uma guerra entre os soldados e índios, entre cowboys ladrões e mocinhos, entre os índios e outros índios. Juntávamos um ou mais amigos, pegávamos alguns "bonequinhos" e saíamos para a rua, para a sala, para qualquer lugar onde montávamos nossas cenas, muitas delas inspiradas por nossos seriados preferidos. Se era uma luta justa ou não para qualquer dos lados, isso nunca importava em nosso universo. Não existia uma guerra real e uma maldade verídica. Era tudo uma invenção, de qualquer jeito.
Com o tempo, a vinda de novos brinquedos, de novas responsabilidades, essas brincadeiras foram ficando de lado, mas não esquecidas. Eu mesmo montava sets de soldadinhos da II guerra de um lado e outro e atirava bolinhas de nas formações, nas construções que eu fazia de tábuas de caixas de feira. Eu já andava com 15 anos na época, se bem me lembro. Foi com essa idade que dei meu primeiro tiro de chumbinho num soldadinho, nas pedras atrás de casa. Logo troquei eles pelos ratos que passavam de um lado para o outro atrás do milho dado às galinhas do meu pai.
Mais tempo se passou, os soldadinhos foram para um saco, a carabina foi vendida, trocado o dinheiro por uma prancha de surfe, veio outra, mais uma de mergulho, outras atividades, casamento, filhos e os soldadinhos lá, numa caixa, junto da África Misteriosa, Tarzan, e duas centenas de animais das Áfricas Negra e Branca, das Américas, da Europa e até do Ártico. O Forte Apache, ou Arizona, perdeu-se. E perderam-se algumas figuras de soldados, índios e cowboys. Nunca me lembrei se os dei, sumiram, foram doados.
Foi em 2005, dando uma volta pelo Mercado Livre, que vi um Forte Apache, destes de plástico, para vender. Comprei e usei as figuras para compor um forte gigante para meu filho, então com 4 anos. Esperava que ele fosse brincar com ele mais tarde. E brincou, algumas vezes, bem poucas.
Foi então que decidi fazer uma pequena coleção e ampliar o número de figuras. Fiz outro forte, consegui mais umas figuras, construí um set magnífico exposto por uma semana nas dependências do prédio onde trabalho, vendi para um colecionador novo e fiquei muito tempo sem fazer nada parecido.
Essa história é para entrar em outro assunto: Por que temos esse tipo de coleção? Brincamos com "bonequinhos"? Não é uma brincadeira, ou é? Montar um set é ou não brincar de soldados? O que é o nosso hobby? O que é realmente a nossa brincadeira?
Não sei dos outros, mas montar um cenário é mais que viajar no tempo. É exercitar a imaginação, é resgatar parte da nossa história, uma história que está sendo esquecida e corre o risco de não ser contada às gerações que virão daqui um tempo. Ficará escrita em algum lugar, mas não será lembrada no todo. Contarão que existiu um seriado ou outro sobre alguns soldados num forte meio real, meio imaginário, mas será só isso. Não se contarão histórias sobre nossas brincadeiras. Das vitórias dos índios rosados contra soldados azuizinhos dentro de uma paliçada de troncos "deitados", escondidos numa guarita minúscula e sem porta, mas que na nossa imaginação comportava meia dúzia de valentes combatentes.
Nosso passatempo é esse então. Resgate de infância, de história, de uma alegria por vezes esquecida no passado. Para alguns de nós é isso, uma volta ao passado. Há comércio, é verdade, mas isso é outra discussão e não cabe aqui.
Brincando ou não de "bonequinhos", estamos felizes, e isso é o que importa. Bem vindos ao clube aqueles que são novos nesse mundo e saudações aos que estão há tempos por aqui.
Um grande abraço.
Com o tempo, a vinda de novos brinquedos, de novas responsabilidades, essas brincadeiras foram ficando de lado, mas não esquecidas. Eu mesmo montava sets de soldadinhos da II guerra de um lado e outro e atirava bolinhas de nas formações, nas construções que eu fazia de tábuas de caixas de feira. Eu já andava com 15 anos na época, se bem me lembro. Foi com essa idade que dei meu primeiro tiro de chumbinho num soldadinho, nas pedras atrás de casa. Logo troquei eles pelos ratos que passavam de um lado para o outro atrás do milho dado às galinhas do meu pai.
Mais tempo se passou, os soldadinhos foram para um saco, a carabina foi vendida, trocado o dinheiro por uma prancha de surfe, veio outra, mais uma de mergulho, outras atividades, casamento, filhos e os soldadinhos lá, numa caixa, junto da África Misteriosa, Tarzan, e duas centenas de animais das Áfricas Negra e Branca, das Américas, da Europa e até do Ártico. O Forte Apache, ou Arizona, perdeu-se. E perderam-se algumas figuras de soldados, índios e cowboys. Nunca me lembrei se os dei, sumiram, foram doados.
Foi em 2005, dando uma volta pelo Mercado Livre, que vi um Forte Apache, destes de plástico, para vender. Comprei e usei as figuras para compor um forte gigante para meu filho, então com 4 anos. Esperava que ele fosse brincar com ele mais tarde. E brincou, algumas vezes, bem poucas.
Foi então que decidi fazer uma pequena coleção e ampliar o número de figuras. Fiz outro forte, consegui mais umas figuras, construí um set magnífico exposto por uma semana nas dependências do prédio onde trabalho, vendi para um colecionador novo e fiquei muito tempo sem fazer nada parecido.
Essa história é para entrar em outro assunto: Por que temos esse tipo de coleção? Brincamos com "bonequinhos"? Não é uma brincadeira, ou é? Montar um set é ou não brincar de soldados? O que é o nosso hobby? O que é realmente a nossa brincadeira?
Não sei dos outros, mas montar um cenário é mais que viajar no tempo. É exercitar a imaginação, é resgatar parte da nossa história, uma história que está sendo esquecida e corre o risco de não ser contada às gerações que virão daqui um tempo. Ficará escrita em algum lugar, mas não será lembrada no todo. Contarão que existiu um seriado ou outro sobre alguns soldados num forte meio real, meio imaginário, mas será só isso. Não se contarão histórias sobre nossas brincadeiras. Das vitórias dos índios rosados contra soldados azuizinhos dentro de uma paliçada de troncos "deitados", escondidos numa guarita minúscula e sem porta, mas que na nossa imaginação comportava meia dúzia de valentes combatentes.
Nosso passatempo é esse então. Resgate de infância, de história, de uma alegria por vezes esquecida no passado. Para alguns de nós é isso, uma volta ao passado. Há comércio, é verdade, mas isso é outra discussão e não cabe aqui.
Brincando ou não de "bonequinhos", estamos felizes, e isso é o que importa. Bem vindos ao clube aqueles que são novos nesse mundo e saudações aos que estão há tempos por aqui.
Um grande abraço.
sábado, 8 de junho de 2013
PINTURA DAS PEÇAS - COISA DÍFICIL
Para tirar algumas dúvidas, estou postando sobre a difícil arte de pintar peças e mais ainda, de agradar ao público.
As peças de madeira dos fortes, das fazendas, as carrocinhas e outros era geralmente pintado com uma tinta impregnante , que tingia a madeira mais do que pintava. À primeira vista parece anilina dissolvida em álcool, e segundo aqueles a quem consultei, é isso ou em água quente. Álcool é mais rápido e por isso uso esse modo. Tentei dissolver em thinners e misturar com selador fundo para móveis. Fica bom, permanente, mas não dá para fazer retoques, tem que lixar para dar outra mão. Não é usual.
Um outro fator a considerar são as opções de cores nas anilinas. Aqui em Florianópolis, eu custei a encontra o amarelo certo. Por acaso eu passei na frete de uma loja e perguntei. O vendedor tinha lá um pote que me deu. Amarelo ouro tem, mas não é indicado. Tem que ser outro tom. Vermelho Encarnado foi o que encontrei, mas ele adquire tonalidade diferente em álcool ou thinner + selador, então prefira o álcool. Além disso, dá pra misturar o mogno com vermelho, atingindo um vermelho mais roxinho. Eu prefiro assim.
Outras tintas podem ser utilizadas. Certa vez usei, nos telhados e nas paredes de uma casinha, tinta acrílica de artesanato ou para pinturas de parede de alvenaria. A vantagem é que você compra branca e um monte de bisnagas de corante e pinta da cor que quiser, no tom que quiser. Passando um selador por cima, fica muito bonito, e dá um ar de plastificado sem brilho, mas deve-se usar polistein, da Sayerlack. Mais do que isso, dá para fazer uma série de efeitos com betume para dar um ar de envelhecimento. O próprio Osmocolor, em tom de mogno, passado por cima do vermelho vivo, em pinceladas esparsas ou com uma bucha, suja o mesmo num tom envelhecido, como se o telhado estivesse manchado pelo tempo.
Uma técnica que ainda não fiz, mas que quero fazer para um forte meu mesmo é pintar com com tinta acrílica acinzentada ou beje e passar betume com álcool. Isso vai dar um ar de madeira manchada. Vou fazer, é claro, algumas experiências antes para determinar a cor certa.
Uma outra técnica que fiz e deu certo foi escurecer os fortes com Osmocolor em tom de marrom, como o nogueira e passar o Polistein transparente por cima. Uma mão de cada e parece que tem um filme plástico por cima, como a vantagem de ser imune á água e poder ser lavado se criar poeira, embora eu não recomende molhar demais.
O betume com álcool é recomendado para escurecer as peças e deixá-las com cor de muito velho. Nunca fiz, porque uso madeira escura vez por outra e basta pintar com um impregnante para ela ficar mais escura. Pó de café usado também é legal para isso.
Pode-se ainda usar produtos naturais para tingimento, como urucum para o vermelho, pinhão, joão bolão e tantas outras sementes e frutas para diverso tons. Basta uma pequena pesquisa no ggogle para isso, sendo desnecessário falar a respeito.
Bom, é isso aí. Se alguém contribuir, vou aumentando o tópico.
As peças de madeira dos fortes, das fazendas, as carrocinhas e outros era geralmente pintado com uma tinta impregnante , que tingia a madeira mais do que pintava. À primeira vista parece anilina dissolvida em álcool, e segundo aqueles a quem consultei, é isso ou em água quente. Álcool é mais rápido e por isso uso esse modo. Tentei dissolver em thinners e misturar com selador fundo para móveis. Fica bom, permanente, mas não dá para fazer retoques, tem que lixar para dar outra mão. Não é usual.
Um outro fator a considerar são as opções de cores nas anilinas. Aqui em Florianópolis, eu custei a encontra o amarelo certo. Por acaso eu passei na frete de uma loja e perguntei. O vendedor tinha lá um pote que me deu. Amarelo ouro tem, mas não é indicado. Tem que ser outro tom. Vermelho Encarnado foi o que encontrei, mas ele adquire tonalidade diferente em álcool ou thinner + selador, então prefira o álcool. Além disso, dá pra misturar o mogno com vermelho, atingindo um vermelho mais roxinho. Eu prefiro assim.
Outras tintas podem ser utilizadas. Certa vez usei, nos telhados e nas paredes de uma casinha, tinta acrílica de artesanato ou para pinturas de parede de alvenaria. A vantagem é que você compra branca e um monte de bisnagas de corante e pinta da cor que quiser, no tom que quiser. Passando um selador por cima, fica muito bonito, e dá um ar de plastificado sem brilho, mas deve-se usar polistein, da Sayerlack. Mais do que isso, dá para fazer uma série de efeitos com betume para dar um ar de envelhecimento. O próprio Osmocolor, em tom de mogno, passado por cima do vermelho vivo, em pinceladas esparsas ou com uma bucha, suja o mesmo num tom envelhecido, como se o telhado estivesse manchado pelo tempo.
Uma técnica que ainda não fiz, mas que quero fazer para um forte meu mesmo é pintar com com tinta acrílica acinzentada ou beje e passar betume com álcool. Isso vai dar um ar de madeira manchada. Vou fazer, é claro, algumas experiências antes para determinar a cor certa.
Uma outra técnica que fiz e deu certo foi escurecer os fortes com Osmocolor em tom de marrom, como o nogueira e passar o Polistein transparente por cima. Uma mão de cada e parece que tem um filme plástico por cima, como a vantagem de ser imune á água e poder ser lavado se criar poeira, embora eu não recomende molhar demais.
O betume com álcool é recomendado para escurecer as peças e deixá-las com cor de muito velho. Nunca fiz, porque uso madeira escura vez por outra e basta pintar com um impregnante para ela ficar mais escura. Pó de café usado também é legal para isso.
Pode-se ainda usar produtos naturais para tingimento, como urucum para o vermelho, pinhão, joão bolão e tantas outras sementes e frutas para diverso tons. Basta uma pequena pesquisa no ggogle para isso, sendo desnecessário falar a respeito.
Bom, é isso aí. Se alguém contribuir, vou aumentando o tópico.
quinta-feira, 6 de junho de 2013
NOVA ENCOMENDA DO SYLVIO
Depois de ter encomendado um forte há tempos atrás, nosso amigo Sylvio fez contato e encomendou essas peças das fotos abaixo. São a casa do conjunto Ponderoza, a cruz do conjunto Zorro, o mastro e guaritas do forte Rim Tim Tim e duas carroças, uma com e outra sem cobertura.
Uma coisa que fiz por conta foi tingir os eixos das carroças de amarelo, contrastando assim com a pintura vermelho e pinhão da carroceria.
O portal vai ser, a partir de agora, um item que pretendo fazer para ter em estoque junto com cercas para montar uma fazenda. É um projeto antigo fazer fazendinhas e compô-las com personagens Gulliver ou Britains ou outros.
Pretendo aproveita a ideia dessas guaritas para usar parecidas como prisões para os fortes ou até mesmo como paiol de munição ou víveres.
Uma coisa que fiz por conta foi tingir os eixos das carroças de amarelo, contrastando assim com a pintura vermelho e pinhão da carroceria.
O portal vai ser, a partir de agora, um item que pretendo fazer para ter em estoque junto com cercas para montar uma fazenda. É um projeto antigo fazer fazendinhas e compô-las com personagens Gulliver ou Britains ou outros.
Pretendo aproveita a ideia dessas guaritas para usar parecidas como prisões para os fortes ou até mesmo como paiol de munição ou víveres.
sexta-feira, 31 de maio de 2013
SACOS DE SUPRIMENTOS E LONAS PARA CARROÇAS
Como já postei anteriormente, estou fazendo lonas para carroças, sacos e provavelmente barracas de acampamento para inclusão nos sets de Forte Apache e outros. Abaixo detalhes dos sacos de suprimentos e das lonas de carroças. Em breve devo ter barris de tamanhos diferentes também. A ideia é usa-los como pés de mesas para colocar nos sets.
CARROÇA PARA FAZENDA E FORTE APACHE
Acabei ainda a pouco essa carroça que vai equipar o conjunto de Forte Apache do Régis. Não é uma réplica, mas sim baseada nas antigas. O fundo é de eucatex, curiosamente mais espesso do que o encontrado atualmente. Na verdade ele é da mesma época que a Troll e Gulliver faziam essas carroças.
A pintura foi por tingimento com corante da cor mogno,m o que a deixou nessa cor. Estou tentando acertar a cor vermelho arroxeado das antigas, mas é muito difícil. Essa semana vou fazer mais uns testes.
Neste modelo usei rodas das carroças da Gulliver atuais, mas podem ser colocadas da DSG. A lona é de tecido de algodão usado em lençóis. Modifiquei a amarração da lona para deixar o espaço mais aberto e possibilitar que o cocheiro fique bem aconchegado, o que era difícil nas originais. As amarras passam por baixo do fundo agora. Isso dispensa aqueles preguinhos nas laterais afim de fixar melhor a cobertura.
Meu intuito agora é fazer essas amarras com um parafuso no fundo prendendo as pontas dos cordames. Assim, essa laçada vai desaparecer. Para os saudosistas que não abrem mão do esquema antigo, é fácil amarrar daquele jeito. Vai do gosto de cada um e a facilidade de cada sistema. Para quem quiser lonas para suas carroças, eu estarei fazendo-as a partir de agora, juntamente com saquinhos para colocar na carga.
Como recebi um comentário recente sobre os parafusos nas rodas, resolvi colocá-los na cor preta para ficarem menos vistosos. Pessoalmente eu prefiro os amarelos de latão, mas eles tem que ser torneados um a um nas cabeças. Para colocar pregos, seria preciso um muito espesso por causa do diâmetro dos furos das rodas (4 mm). Pensei em colocar a parte de alumínio do rebite POP, mas a cabeça tem que ser torneada também para não ficar muito grande. Vou tentar acha um parafuso mais adequado, mas acho que o resultado não será muito melhor que o atual.
Como recebi um comentário recente sobre os parafusos nas rodas, resolvi colocá-los na cor preta para ficarem menos vistosos. Pessoalmente eu prefiro os amarelos de latão, mas eles tem que ser torneados um a um nas cabeças. Para colocar pregos, seria preciso um muito espesso por causa do diâmetro dos furos das rodas (4 mm). Pensei em colocar a parte de alumínio do rebite POP, mas a cabeça tem que ser torneada também para não ficar muito grande. Vou tentar acha um parafuso mais adequado, mas acho que o resultado não será muito melhor que o atual.
Cores disponíveis para esse e os modelos idênticos aos da Casablanca: Pinhão (mogno), laranja, amarelo, amarelo ouro e outras ainda por definir em encomenda.
quarta-feira, 22 de maio de 2013
FORTE PARA O RÉGIS
Depois de fazer umas casa, um estábulo e outros artefatos, o Régis me pediu para fazer um forte também. Abaixo estão algumas fotos de como ele ficou.
Ele mede 70 cm x 40 cm, e as guaritas poderão ser colocadas junto ao pórtico ou nas extremidades.
LUCKY LUKE
Comprei recentemente estas carroças e diligência. Foram feitas pela Comansi em alusão ao personagem Lucky Luke, o simpático cowboy mais rápido que a própria sombra. Espero tê-las em mãos no mês que vem, pois estão na casa de amigos na Itália.
Criado na Europa e desenhado primeiramente por Maurice de Bévère em 1946 e posteriormente por René Goscinny (criador de Asterix e Obelix), esta personagem pode ser visto em filmes no Youtube em versões em espanhol e francês.
Em português, o desenho animado passa eventualmente em algum canal pago.
Lucky Luke foi tema de dois filmes na década de 1990, em que Terence Hill interpretava o cowboy. Em 2004 foi filmada mais uma versão com Til Schweiger no papel principal.
Clique na foto para ampliar.
Criado na Europa e desenhado primeiramente por Maurice de Bévère em 1946 e posteriormente por René Goscinny (criador de Asterix e Obelix), esta personagem pode ser visto em filmes no Youtube em versões em espanhol e francês.
Em português, o desenho animado passa eventualmente em algum canal pago.
Lucky Luke foi tema de dois filmes na década de 1990, em que Terence Hill interpretava o cowboy. Em 2004 foi filmada mais uma versão com Til Schweiger no papel principal.
Clique na foto para ampliar.
segunda-feira, 20 de maio de 2013
CASA DA FAZENDA PONDEROZA - BRINQUEDO
Para atender o pedido de um amigo, estou há dias na oficina fazendo esta casa da fazenda Ponderoza. Não é uma réplica perfeita, pois não dispomos de todas as medidas. O que fiz foi colocar uma figura da época e tentar acha uma escala compatível e determinar as medidas por aproximação.
Uma outra coisa é que essa cainha tem as paredes escamadas e não redondinhas, como nas casinhas do forte Rim Tim Tim e Apache da década de 80. A parte arredondada se encontra somente no telhado.
Está dando um trabalhinho, mas está ficando muito legal. Falta a pintura, é claro. Quando estiver terminada reposto aqui com um tópico atual. A madeira é de pinho, igual a da original. Pena que não disponho de tábuas largas para os telhados. Assim tenho que fazer em partes e ir emendando.
Clique nas fotos para aumentar o tamanho
Uma outra coisa é que essa cainha tem as paredes escamadas e não redondinhas, como nas casinhas do forte Rim Tim Tim e Apache da década de 80. A parte arredondada se encontra somente no telhado.
Está dando um trabalhinho, mas está ficando muito legal. Falta a pintura, é claro. Quando estiver terminada reposto aqui com um tópico atual. A madeira é de pinho, igual a da original. Pena que não disponho de tábuas largas para os telhados. Assim tenho que fazer em partes e ir emendando.
Clique nas fotos para aumentar o tamanho
Uma casinha original
Uma sendo construída
Agora com o telhado
Vista da lateral
quarta-feira, 15 de maio de 2013
BLOG DO JAMAR
Recebi um comentário agora a pouco que me direcionou para o Blog do Jamar (http://jamarsmuniz.blogspot.com.br/2012/10/novo-forte-apachefortaleza-texana.html), que faz trabalhos manuais de fortes de madeira, além de se dedicar a outros assuntos correlatos. Vale a pena dar uma olhada.
domingo, 12 de maio de 2013
FORTE APACHE - GUARITA DO FORT RIM TIM TIM
Meu amigo Juninho me pediu para reproduzir uma peças para ele tentar ir completando sua coleção, perdida há algum tempo. Pediu-me algumas peças do Fort Rim Tim Tim, como o mastro e uma guarita, além de duas colunas para a estrebaria no lado esquerdo. Pediu também a cruz do conjunto do Zorro.
Hoje comecei a fazer a guarita, e quando já estava finalizando os cortes para fazer aqueles arredondados, a serra parou e não ligou mais. Resolvi fazer o que faltava na mão e como era pouca coisa, acabou não levando muito tempo. O resultado pode ser visto na foto abaixo. Espero que gostem. Quanto as outras peças, coloco a foto assim que eu as fizer.
A madeira utilizada é a mesma da época, pinho de araucária. Fiz questão de usar de umas tábuas de forro da casa onde eu morava quando era pequeno. Essa madeira está cada vez mais difícil de encontrar, pois seu corte não é autorizado com facilidade. Felizmente eu encontro alguma coisa nas demolições de casas aqui por perto. Ontem mesmo consegui algumas peças que iam pro lixo numa casa demolida. Vieram com uns furos de cupim, mas vai dar pra aproveitar 90 %.
Guarita da segunda série do Fort Rim Tim Tim, ao lado de uma cópia da primeira série. Fiz questão de deixar os corte da janela com um pequeno defeito, como era comum nesses brinquedos.
quinta-feira, 9 de maio de 2013
PROCURA-SE
Gostaria muito de ter este soldadinho na minha coleção. Era um dos meus preferidos nas brincadeiras de Forte Apache. Também era um dos primeiros a atirar e a morrer nas brincadeiras de guerra contra os índios.
Se alguém tiver um desses para trocar ou vender...
Se alguém tiver um desses para trocar ou vender...
NOVAS AQUISIÇÕES - DIVERSOS
Mais alguns itens para minha coleção. Espero que curtam.
Cowboy Cherilea (60's)
Cowboy Cherilea (60's)
Alguém identifica? Provavelmente de Hong Kong, mas são legais.
Índios da Kellogg's
Índios da Kellogg's
Índios da Kellogg's
Índios da Kellogg's
Alguém identifica? Crescent, Cherilea e Kellogg's, pelas fotos.
Antigo índio Britains (60's)
Índios Crescent (60's)
quarta-feira, 8 de maio de 2013
CAIXAS DE ARMAS, MUNIÇÕES E OUTROS
Acabei de fornecer a um amigo esses caixotes que imitam caixas de armas. São feitos com madeira tratada no centro e lâminas de compensado que reutilizo. Já havia feito desses anos atrás para um outro colecionador, mas eu mesmo não os tinha. Pretendo ter sempre alguns para ir remetendo aos que se interessarem em acrescentar novos itens aos seus fortes e outros play sets.
Não estão acabados ainda, pois falta lixá-los e colocar as alças de cordão nas extremidades. Assim que tiver as fotos dele prontos, posto novamente aqui.
Cliquem nas fotos para ampliar
Carro de bois (ainda é um protótipo)
Cocho
segunda-feira, 6 de maio de 2013
FORT LARAMIE
Muito interessante essas fotos do Fort Laramie. Não sei precisar a idade nem a fabricação, mas é da década de 70 e é de um amigo na Alemanha. Ele o está vendendo por US$ 450,00, negociáveis.O legal é o fato dele ser totalmente desmontável, além, é claro de ser de madeira.Caso alguém se interesse, posso intermediar a compra.
Fort Laramie era um importante
posto diplomático e de comércio do século 19. Localizado na confluência do rio
Laramie e o North Platte no leste do estado de Wyoming EUA. Anteriormente
conhecido como Fort William, era um posto de comércio de peles privada fundado
por William Sublette em 1834. Em 1841 foi comprado pela American Fur Company e
renomeado Fort John. Em 1849 ele foi novamente vendido e suas operações foram
assumidas pelo Exército dos Estados Unidos para proteger as muitas caravanas de
viajantes migrantes. Com o passar do tempo, e devido e os constantes erros e
confusões nas trilhas da região, o nome passou a figurar como Fort Laramie-John,
porque se situava à margem do rio Laramie. No devido tempo, provavelmente por
causa da facilidade em pronunciar o nome, Fort Laramie entrou em uso corrente.
Abaixo, fotos do brinquedo
Caso alguém se interesse num forte nesse tipo, é só fazer contato. Posso reproduzir no mesmo estilo.
Caso alguém se interesse num forte nesse tipo, é só fazer contato. Posso reproduzir no mesmo estilo.
Uma ilustração do Fort Laramie
NOVA AQUISIÇÃO - MADE IN GERMANY
Adquiri recentemente estas figuras na Alemanha. Pelas cores dos plásticos, e a descoloração, parecem ser antigas. Nunca havia visto dessas em lugar algum. Foram fabricadas pela West Germany - Jean Hoeffler.
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