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terça-feira, 18 de novembro de 2014

BARRIS PARA CENÁRIOS DE WESTERM

Barris que eu fiz para compor cenários de Forte Apache e outros. São de madeira de lei, com os cordames amarrados (cintas) e selador (selador de madeira). Aceito encomendas de tamanhos diferentes. 
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E-mail:forteapachedemadeira@gmail.com 
Facebook: Forte Apache de Madeira 


segunda-feira, 3 de novembro de 2014

50 ANOS DO FORTE APACHE NO BRASIL

Como sabem, este ano o Forte Apache faz 50 anos nas terras tupiniquins. Como a Gulliver pouco deu bola, resolvi fazer uma mostra contando um pouquinho da história deste brinquedo. 

Em 1964, Francisco Ortega Blanco (falecido), Mariano Lavin Ortiz (falecido) e Andrés Luis Lavin Cebada, davam início a fabricação do Forte Apache. Dois anos depois, eles dariam o nome da fábrica de Casablanca. Mais um tempo se passou, a Casablanca fechou e a Gulliver assumiu a produção, que se estende até hoje.

O Forte Apache não foi uma invenção deles. Mariano Lavin havia trazido algumas figuras (bonequinhos) de "faroeste" da Espanha, e Francisco viu aí a oportunidade de comércio. Fort Apache, como era conhecido dos americanos, já era produzido pela Marx desde os anos 1950 e representava as aventuras do cabo Rusty e seu cachorro Rin Tin Tin nos seriado de televisão.

Na esteira do sucesso televisivo, o brinquedo foi um sucesso de vendas. Além dele, foram comercializados outros fortes com outros nomes, como Forte Comanche, Fort Rin Tin Tin e Fort Arizona. Outros seriados também foram inspiração para esta linha de brinquedos, como Bonanza (fazenda Ponderosa), Chaparral, Gunsmoke e Zorro. Ainda foram produzidos conjuntos relacionados a Guerra do Paraguay e Independência ou Morte.


Atualmente só o Forte Apache é fabricado pela Gulliver, em plástico e com figuras clones da Atlantic italiana. Nos Estados Unidos ainda é possível comprar reedições da indústria Marx. No Brasil e nos EUA é um dos brinquedos mais antigos ainda em fabricação.

As fotos abaixo mostram a cena montada na exposição e outro cenário, montado no quintal da minha casa. Este modelo foi o primeiro que fiz com uma só torre de vigia e a casa ao fundo, inteira, representando os alojamentos. É claro que representa um brinquedo, por isso das cores. É diferente de um diorama, uma representação fidedigna de uma realidade ou fato. Mesmo assim, tentei passar alguns detalhes, como as telhas das construções.

Estão mescladas aí figuras de várias épocas (anos 60,70,80 e atuais) e fabricantes nacionais e estrangeiros. Entram em cena Casablanca, Gulliver, Comansi, Jean Hoefler, Cherilea, Crescent e outros de origem desconhecida.