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terça-feira, 15 de setembro de 2015

PLASTIMODELISMO - RAUL AGUIAR

Deixo o link por enquanto, pois a matéria é de outro blog. Que sirva de inspiração a muitos.



Parabéns Raul.

VAMOS BRINCAR DE BANG-BANG?

Quando era pequeno, eu e meu irmão tínhamos revolveres de espoleta, acho que da Estrela, polis me lembro que haviam um símbolo parecido. Era comum, muitos tinham, quem não tinha queria muito ter. Infelizmente isso acabou, pois, a não ser que você compre uma air soft, cópias de armas mais recente, nada de revólver de espoleta. Uma pena, pois nem para colecionar podemos mais ter. Uma tremenda bucha trazer um de fora ou comprar pelo Ebay.

Mas, porque a lembrança, certo? Porque vi há tempos um vídeo da Matel, esse do link: https://youtu.be/W8qXLxHi9_8


E agorinha, dando uma olhadinha nusn vintage da net, encontrei estas fotos:


Tempos atrás tive um revólver, de verdade, que atirava balas de tinta. O princípio é o mesmo, você carrega o estojo, que no meu caso era plástico, com uma espoleta (.45) coloca a bolina de tinta e sai brincando. Infelizmente nunca mais vi deles e acabei perdendo os meus.

Vamos e venhamos, seria muito legal brincar no quintal com um desses, usando um óculos de proteção, é claro. Quem sabe um dia, hehe.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

FIGURAS FORTE APACHE - VENDAS E TROCAS

Estou vendendo ou trocando as figuras das fotos. Interessados entrar em contato por forteapachedemadeira@gmail.com, anexando foto de interesse. Alguns apenas em lote, outros em separado.

Forte Apache - Carroça Jean Hoefler (Alemanha), anos 1980 (Obs.:sem cocheiro).

 Forte Apache - Soldados Gulliver anos 2000.

Figuras Jean Hoefler (Aemanha), anos 1980.

Forte Apache - Figuras Jean Hoefler (Aemanha), anos 1980.

Forte Apache - Figuras de índios Gulliver (anos 2000)

Forte Apache - Figuras Forte Apache chinesas

Forte Apache - Figuras Jean Hoefler (Aemanha), anos 1980.

Forte Apache - Figuras Jean Hoefler (Aemanha), anos 1980.

Forte Apache - Figuras Jean Hoefler (Aemanha), anos 1980.

Forte Apache - Figuras espanholas diversas dos anos 1980.

Forte Apache - Figuras de índios Gulliver (anos 2000)

Forte Apache - Figuras Jean Hoefler (Aemanha), anos 1980.

Forte Apache - Figuras Jean Hoefler (Aemanha), anos 1980.

Cowboy BUM, pintado com primer, tintas acrílicas foscas e verniz fosco.
R$ 40,00

Chefe Índio BUM, pintado com primer, tintas acrílicas foscas e verniz fosco.
R$ 50,00

Cowboy BUM, pintado com primer, tintas acrílicas foscas e verniz fosco.
R$ 40,00

Sheriff BUM, pintado com primer, tintas acrílicas foscas e verniz fosco.
R$ 40,00

Bandido comansi, pintado com primer, tintas acrílicas foscas e verniz fosco. 
R$ 50,00


Carroças cópias das antigas Casablanca, com rodas DSG. 
Tamanho original ou maior sob encomenda.
R$ 80,00

quarta-feira, 1 de julho de 2015

BUCKSKINS

Eu sempre lia essa palavra e não sabia o significado. Aí fui atrás e verifiquei que podem se referir a duas coisas: raça de cavalo e roupa.
Os cavalos Buckskins são uma raça de cavalos marrom claro com partes das pernas, causa e crina, e quadro das orelhas pretos ou marrom escuro.

Cavalo Buckskin

Já o traje e feito originalmente de pele de cervo (veado, gamo), podendo ser calça e jaqueta ou ambos. Caracterizam-se por serem muito macios e detalhados em franjas. Essas franjas tem uma utilidade prática: fazer a água da chuva escorrer facilmente, evitando a absorção de água em excesso. Foi muito usado na conquista dos territórios nos EUA e, segundo relatos, o tenente-coronel Custer morreu em combate usando um desses. Também foi moda durante os anos 1970.


Buckskins de George Armstron Guster, doado por sua esposa ao Museu Smithsoniano em 1912.

 http://www.smithsonianlegacies.si.edu/objectdescription.cfm?ID=97



Figuras Britains em que Custer aparece inteiramente vestido com Buckskins.



Figura TSSD representando Custer na batalha do Litle Big Horn (pintura feita por mim).
São várias as representações dele com esta roupa.



Figura Black Hawk representando Custer na batalha do Litle Big Horn

quarta-feira, 10 de junho de 2015

PECH HERMANOS

Consegui através de um amigo algumas figuras Pech Hermanos feitas na década de 1980. Uma raridade por aqui. Elas são em cores pardo para os índios e azul mais claro para os soldados. Algumas dessas figuras serviram de base para a Casablanca, como o "Índio Rastejando" e o "Arqueiro Agachado", ou o "Corneteiro". (não sei os nomes dados aqui pela Casablanca), outras nunca foram copiadas.
Não tentei ser fiel à nenhuma escola, antiga ou nova, de pintura de figuras. Acredito que elas devam ser pintadas afim de valorizar a peça como decoração, sobretudo. É claro que valorizo aquelas antigas, descascadas, usadas, e mal pintadas, mas prefiro ser minha própria referência. Afinal, daqui a trinta ou quarenta anos, o que pintei será também história.
Tenho outras por pintar, e no devido tempo, coloco as fotos aqui.


Pequena cena de um ataque.



Soldados em uniforme de duas côres. Diferente de alguns que aqui apareceram, com roupa toda azul escuro. À direita o "Corneteiro", com as duas talas de capim originais, suprimidas nas figuras nacionais.



Os índios. A cor da pele é a mesma da peça. Não quis alterar, apesar de não ser um tom exato, passa despercebido conforme a luz incidente. Destaque para os dois índios agachados, copiados aqui.



Figuras de soldados na cor original, azul mais claro. Destaque para o sargento O'Hara (E), cabo Rusty (C) e tenente Rip Master (D). Nota-se ainda duas figuras copiadas aqui (2ª e 5ª)



quarta-feira, 25 de março de 2015

RESTAURAÇÃO DO COWBOY QUE ATIRA DEITADO (COWBOY CASABLANCA Nº 117)

Faltava a ponta do rifle. Normalmente se enfia um arame e recompõe com durepox. Só que isso, com o tempo, se quebra ou lasca. Então resolvi esmerilhar a parte superior do cano e colocar uma vareta de fibra de vidro no lugar. A parte de baixo do cano fiz igual, tudo colado com cola à base de cianocrilato (Super Ciano). 






BLOG INTERESSANTE

Encontrei esse blog quando procurava sobre imagens de figuras espanholas:

http://dirydor.blogspot.com.br/

Aqui um post sobre parte de uma aldeia indígena. Notem que dois personagens, além do totem  são os mesmo Casablanca da Acampamento Apache:

http://dirydor.blogspot.com.br/2008/07/reamsa-poblado-indio.html


terça-feira, 18 de novembro de 2014

BARRIS PARA CENÁRIOS DE WESTERM

Barris que eu fiz para compor cenários de Forte Apache e outros. São de madeira de lei, com os cordames amarrados (cintas) e selador (selador de madeira). Aceito encomendas de tamanhos diferentes. 
Consultar por 
E-mail:forteapachedemadeira@gmail.com 
Facebook: Forte Apache de Madeira 


segunda-feira, 3 de novembro de 2014

50 ANOS DO FORTE APACHE NO BRASIL

Como sabem, este ano o Forte Apache faz 50 anos nas terras tupiniquins. Como a Gulliver pouco deu bola, resolvi fazer uma mostra contando um pouquinho da história deste brinquedo. 

Em 1964, Francisco Ortega Blanco (falecido), Mariano Lavin Ortiz (falecido) e Andrés Luis Lavin Cebada, davam início a fabricação do Forte Apache. Dois anos depois, eles dariam o nome da fábrica de Casablanca. Mais um tempo se passou, a Casablanca fechou e a Gulliver assumiu a produção, que se estende até hoje.

O Forte Apache não foi uma invenção deles. Mariano Lavin havia trazido algumas figuras (bonequinhos) de "faroeste" da Espanha, e Francisco viu aí a oportunidade de comércio. Fort Apache, como era conhecido dos americanos, já era produzido pela Marx desde os anos 1950 e representava as aventuras do cabo Rusty e seu cachorro Rin Tin Tin nos seriado de televisão.

Na esteira do sucesso televisivo, o brinquedo foi um sucesso de vendas. Além dele, foram comercializados outros fortes com outros nomes, como Forte Comanche, Fort Rin Tin Tin e Fort Arizona. Outros seriados também foram inspiração para esta linha de brinquedos, como Bonanza (fazenda Ponderosa), Chaparral, Gunsmoke e Zorro. Ainda foram produzidos conjuntos relacionados a Guerra do Paraguay e Independência ou Morte.


Atualmente só o Forte Apache é fabricado pela Gulliver, em plástico e com figuras clones da Atlantic italiana. Nos Estados Unidos ainda é possível comprar reedições da indústria Marx. No Brasil e nos EUA é um dos brinquedos mais antigos ainda em fabricação.

As fotos abaixo mostram a cena montada na exposição e outro cenário, montado no quintal da minha casa. Este modelo foi o primeiro que fiz com uma só torre de vigia e a casa ao fundo, inteira, representando os alojamentos. É claro que representa um brinquedo, por isso das cores. É diferente de um diorama, uma representação fidedigna de uma realidade ou fato. Mesmo assim, tentei passar alguns detalhes, como as telhas das construções.

Estão mescladas aí figuras de várias épocas (anos 60,70,80 e atuais) e fabricantes nacionais e estrangeiros. Entram em cena Casablanca, Gulliver, Comansi, Jean Hoefler, Cherilea, Crescent e outros de origem desconhecida.