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sábado, 15 de julho de 2017

FORTE APACHE PARA O EDIMILSON VELOZO (RS)

Há tempos estava tentando finalizar este forte para o Edimilson, do Rio Grande do Sul. Ele queria algo diferente, e acertamos uma troca por figuras da África Misteriosa, brinquedo que tive e que deixou saudades. O problema é que ele queria algo diferente, e resolvi apostar num modelo em blocos. As paliçadas são todas desmontáveis em seções de cerca de 20 e 30 cm, o que permite várias configurações e tamanhos.

O material usado foi madeira de pinho de araucária, que eu tinha aqui guardada fazia muitos anos, cola a base de PVA e muitos pregos, hehe. Não adianta só colar, tem que pregar também. O forte contém uma casa de dois andares, um estábulo, um paiol, quatro torres, mastro e escadinhas.

Este forte não necessita de parafusos ou encaixes, pois se sustenta por si, já que fiz suportes para as paliçadas. Basta somente colocar lado a lado e ir montando na configuração que desejar. Outra coisa é que o pórtico é adiantado da paliçada dianteira.

Coloquei algumas figuras que estou vendendo para vocês terem uma ideia de como ficará montado. Caso tenham interesse em figuras, entra em contato pelo e-mail forteapachedemadeira@gmail.com.

Abaixo algumas fotos. Basta clicar nelas pra ampliar a imagem.







terça-feira, 10 de maio de 2016

NOVAS CARROÇAs

Inspirado em carroças da Elastolin e outras, fiz estas carroças(7 peças) para minha coleção e para venda ou troca. São de madeira nobre maciça. O contato do link remete ao Facebook. As rodas são importadas, novas, e os arcos da lona são de aço inoxidável.
Contato: forteapachedemadeira@gmail.com



Clique nas fotos para ampliar.




segunda-feira, 18 de abril de 2016

CIDADE DE FAROESTE

Há muito me pedem para fazer cidades de faroeste, mas, por incrível que pareça, sempre encontrei dificuldades para chegar num consenso comigo mesmo. Pode parecer simples, e na verdade é. Só que esta simplicidade pode deixar as coisas esteticamente estranhas. Uma janela muito pequena, uma porta larga ou alta demais, um telhado muito grande, largo ou estreito, tudo pode influenciar no resultado geral. Por isso demorei a fazer a primeira, as primeiras.

Tratam-se de construções simples, com pouca profundidade e tamanhos médios de 22 cm de comprimento por 14 cm de altura e sempre com 8 cm de paredes laterais. Não são muito profundas porque não precisam ser, mas também não são fachadas. Compõe, portanto, uma bela cena numa prateleira estreita, ou, se você tem mais espaço, uma fileira delas em cada lado da rua. Claro que ainda vou fazer outras peças e podem ter certa profundidades

Bom, chega de falar e vamos às fotos.

Para ampliar as fotos, clique em cima delas.




segunda-feira, 3 de novembro de 2014

50 ANOS DO FORTE APACHE NO BRASIL

Como sabem, este ano o Forte Apache faz 50 anos nas terras tupiniquins. Como a Gulliver pouco deu bola, resolvi fazer uma mostra contando um pouquinho da história deste brinquedo. 

Em 1964, Francisco Ortega Blanco (falecido), Mariano Lavin Ortiz (falecido) e Andrés Luis Lavin Cebada, davam início a fabricação do Forte Apache. Dois anos depois, eles dariam o nome da fábrica de Casablanca. Mais um tempo se passou, a Casablanca fechou e a Gulliver assumiu a produção, que se estende até hoje.

O Forte Apache não foi uma invenção deles. Mariano Lavin havia trazido algumas figuras (bonequinhos) de "faroeste" da Espanha, e Francisco viu aí a oportunidade de comércio. Fort Apache, como era conhecido dos americanos, já era produzido pela Marx desde os anos 1950 e representava as aventuras do cabo Rusty e seu cachorro Rin Tin Tin nos seriado de televisão.

Na esteira do sucesso televisivo, o brinquedo foi um sucesso de vendas. Além dele, foram comercializados outros fortes com outros nomes, como Forte Comanche, Fort Rin Tin Tin e Fort Arizona. Outros seriados também foram inspiração para esta linha de brinquedos, como Bonanza (fazenda Ponderosa), Chaparral, Gunsmoke e Zorro. Ainda foram produzidos conjuntos relacionados a Guerra do Paraguay e Independência ou Morte.


Atualmente só o Forte Apache é fabricado pela Gulliver, em plástico e com figuras clones da Atlantic italiana. Nos Estados Unidos ainda é possível comprar reedições da indústria Marx. No Brasil e nos EUA é um dos brinquedos mais antigos ainda em fabricação.

As fotos abaixo mostram a cena montada na exposição e outro cenário, montado no quintal da minha casa. Este modelo foi o primeiro que fiz com uma só torre de vigia e a casa ao fundo, inteira, representando os alojamentos. É claro que representa um brinquedo, por isso das cores. É diferente de um diorama, uma representação fidedigna de uma realidade ou fato. Mesmo assim, tentei passar alguns detalhes, como as telhas das construções.

Estão mescladas aí figuras de várias épocas (anos 60,70,80 e atuais) e fabricantes nacionais e estrangeiros. Entram em cena Casablanca, Gulliver, Comansi, Jean Hoefler, Cherilea, Crescent e outros de origem desconhecida.