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quarta-feira, 10 de junho de 2015

PECH HERMANOS

Consegui através de um amigo algumas figuras Pech Hermanos feitas na década de 1980. Uma raridade por aqui. Elas são em cores pardo para os índios e azul mais claro para os soldados. Algumas dessas figuras serviram de base para a Casablanca, como o "Índio Rastejando" e o "Arqueiro Agachado", ou o "Corneteiro". (não sei os nomes dados aqui pela Casablanca), outras nunca foram copiadas.
Não tentei ser fiel à nenhuma escola, antiga ou nova, de pintura de figuras. Acredito que elas devam ser pintadas afim de valorizar a peça como decoração, sobretudo. É claro que valorizo aquelas antigas, descascadas, usadas, e mal pintadas, mas prefiro ser minha própria referência. Afinal, daqui a trinta ou quarenta anos, o que pintei será também história.
Tenho outras por pintar, e no devido tempo, coloco as fotos aqui.


Pequena cena de um ataque.



Soldados em uniforme de duas côres. Diferente de alguns que aqui apareceram, com roupa toda azul escuro. À direita o "Corneteiro", com as duas talas de capim originais, suprimidas nas figuras nacionais.



Os índios. A cor da pele é a mesma da peça. Não quis alterar, apesar de não ser um tom exato, passa despercebido conforme a luz incidente. Destaque para os dois índios agachados, copiados aqui.



Figuras de soldados na cor original, azul mais claro. Destaque para o sargento O'Hara (E), cabo Rusty (C) e tenente Rip Master (D). Nota-se ainda duas figuras copiadas aqui (2ª e 5ª)



quarta-feira, 25 de março de 2015

RESTAURAÇÃO DO COWBOY QUE ATIRA DEITADO (COWBOY CASABLANCA Nº 117)

Faltava a ponta do rifle. Normalmente se enfia um arame e recompõe com durepox. Só que isso, com o tempo, se quebra ou lasca. Então resolvi esmerilhar a parte superior do cano e colocar uma vareta de fibra de vidro no lugar. A parte de baixo do cano fiz igual, tudo colado com cola à base de cianocrilato (Super Ciano). 






BLOG INTERESSANTE

Encontrei esse blog quando procurava sobre imagens de figuras espanholas:

http://dirydor.blogspot.com.br/

Aqui um post sobre parte de uma aldeia indígena. Notem que dois personagens, além do totem  são os mesmo Casablanca da Acampamento Apache:

http://dirydor.blogspot.com.br/2008/07/reamsa-poblado-indio.html


terça-feira, 18 de novembro de 2014

BARRIS PARA CENÁRIOS DE WESTERM

Barris que eu fiz para compor cenários de Forte Apache e outros. São de madeira de lei, com os cordames amarrados (cintas) e selador (selador de madeira). Aceito encomendas de tamanhos diferentes. 
Consultar por 
E-mail:forteapachedemadeira@gmail.com 
Facebook: Forte Apache de Madeira 


segunda-feira, 3 de novembro de 2014

50 ANOS DO FORTE APACHE NO BRASIL

Como sabem, este ano o Forte Apache faz 50 anos nas terras tupiniquins. Como a Gulliver pouco deu bola, resolvi fazer uma mostra contando um pouquinho da história deste brinquedo. 

Em 1964, Francisco Ortega Blanco (falecido), Mariano Lavin Ortiz (falecido) e Andrés Luis Lavin Cebada, davam início a fabricação do Forte Apache. Dois anos depois, eles dariam o nome da fábrica de Casablanca. Mais um tempo se passou, a Casablanca fechou e a Gulliver assumiu a produção, que se estende até hoje.

O Forte Apache não foi uma invenção deles. Mariano Lavin havia trazido algumas figuras (bonequinhos) de "faroeste" da Espanha, e Francisco viu aí a oportunidade de comércio. Fort Apache, como era conhecido dos americanos, já era produzido pela Marx desde os anos 1950 e representava as aventuras do cabo Rusty e seu cachorro Rin Tin Tin nos seriado de televisão.

Na esteira do sucesso televisivo, o brinquedo foi um sucesso de vendas. Além dele, foram comercializados outros fortes com outros nomes, como Forte Comanche, Fort Rin Tin Tin e Fort Arizona. Outros seriados também foram inspiração para esta linha de brinquedos, como Bonanza (fazenda Ponderosa), Chaparral, Gunsmoke e Zorro. Ainda foram produzidos conjuntos relacionados a Guerra do Paraguay e Independência ou Morte.


Atualmente só o Forte Apache é fabricado pela Gulliver, em plástico e com figuras clones da Atlantic italiana. Nos Estados Unidos ainda é possível comprar reedições da indústria Marx. No Brasil e nos EUA é um dos brinquedos mais antigos ainda em fabricação.

As fotos abaixo mostram a cena montada na exposição e outro cenário, montado no quintal da minha casa. Este modelo foi o primeiro que fiz com uma só torre de vigia e a casa ao fundo, inteira, representando os alojamentos. É claro que representa um brinquedo, por isso das cores. É diferente de um diorama, uma representação fidedigna de uma realidade ou fato. Mesmo assim, tentei passar alguns detalhes, como as telhas das construções.

Estão mescladas aí figuras de várias épocas (anos 60,70,80 e atuais) e fabricantes nacionais e estrangeiros. Entram em cena Casablanca, Gulliver, Comansi, Jean Hoefler, Cherilea, Crescent e outros de origem desconhecida.
















segunda-feira, 4 de agosto de 2014

COWBOYS AUSTIN E T.S.S.D.

Comprei há algum tempo uns cowboys da austinminiatures.com e recentemente uns da TSSD, os Clanton e McLowery, do tiroteio do OK Corral. Numa troca com um amigo, ele me pediu para pintá-los. Para dizer a verdade eu estava evitando fazer a pintura para mim mesmo, dada a complexidade de algumas figuras.

Algumas da Austin são feitas em duas formas ou mais, com os braços colados para dar mais fidedignidade às poses. Por isso, pintar certas partes internas dos braços é quase impossível. Mas, com muita paciência, acabei finalizando quase todas.

No entanto, uma delas ficou para trás, era o Blondie, personagem de Clint Eaastwood em "Por um punhado de Dólares", "Por um Punhado de Dólares a Mais" e "Três Homens em Conflito". Devo confessar que me baseei numa imagem para a pintura. Mais tarde, revendo o filme, fiquei na dúvida se o poncho de Blondie era mesmo marrom ou verde, como na película.

Bom, curtam o resultado.


Vistando o site da TSSD vi que os sets estão mais completos agora, podendo serem comprados doze figuras. Não tenho as últimas. A verdade é que elas são de outro set, representando outra época. Reparem na pistola da última figura à esquerda. São anteriores à conquista do oeste propriamente dita.



Os cowboys Austin em confronto com Blondie e o Sheriff.


Detalhe das novas carroças que estou produzindo atualmente. Mesma madeira e mesmo tamanho das originais da Casablanca.


Cowboys num tiroteio. Na cana a cabana de troncos do forte que eu faço.


quinta-feira, 19 de junho de 2014

NOVAS PINTURAS

Terminei mais umas pinturas de figuras Cherilea e Crescent que havia comprado tempos atrás. Quando já ia pela finaleira, resolvi escurecer um dos cowboys, aproveitando os traços fortes na boca, fiz um pistoleiro negro, que agora chamo de Django.
Dei também uma caprichada nas pinturas de guerra dos índios, mas não deu para fazer olhinhos bem ajeitados. Dois índios Cherilea tem os olhos muito fundos e o pincel (00) não entrava sem borrar. Como não pintei o tom da pele, deixando na cor do plástico, não tinha muito que fazer. Outro consegui pintar bem.
Para os cowboys, aproveitei o pincel 00 e a lupa para fazer a culatra dos cartuchos e as pontas no cinto, pintando de dourado e prata respectivamente. Eu não gosto da ideia de fazer tudo prateado ou pintar os bolsos de cartucho de cor prata.
Aproveitando um resto de tempo numa noite destas, restaurei dois personagens Elastolin, um índio e o famoso Old Shatterhand, vivido nos filmes Winnetou, do alemão Carl May, por Alexander Crichlow Barker Jr.

Bom, o resultado está aí pra vocês avaliarem.
Um grande abraço a todos.